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Nós e a água - O Organismo é Sábio

Atualizado: 9 de ago.

Nós e a Água é um dos capítulos do livro "O Organismo é Sábio", sobre exatamente isso, a nossa relação com a água. Mais especificamente a relação do organismo humano com a água que bebemos, ou devemos beber...

Como diretor da conta publicitária da marca Perrier, água conhecida mundialmente, fui responsável por uma pesquisa de mercado para lançamento desta marca no Brasil, na década de 1980. Foi interessante constatar o quanto somos diferentes dos franceses com relação ao consumo de água. Simplesmente, à época, não sabíamos que tipo de água bebíamos, a classificávamos apenas de “leve” e “pesada”, e isso não fazia nem nunca fará nenhum sentido. Se na França já era comum a escolha de água por vários distintivos, entre gasosa e sem gás, no Brasil esse era o único peso e medida que fazíamos ao consumir água engarrafada. Mas isso não quer dizer que os franceses sabem beber água. A realidade é que, generalizando, a maioria das pessoas no mundo não tem a menor ideia do quanto a água é importante na nossa vida, e que a água boa, correta, vai muito além do ph perto de 7, como os anúncios publicitários alardeiam. Mergulhemos no assunto.


Primeiro, é um absurdo o fato de grande parte das pessoas serem desidratadas crônicas. As pessoas associam beber água com estar com sede e isto é um equívoco quase mitificado.


Tudo começa pela compreensão do risco dos desgastes com relação às toxinas. O açúcar, os doces, a farinha de trigo, são grandes produtores de acidose orgânica, a sobrecarga de ácidos no organismo é um dos seus mais sérios inimigos, assim como o excesso de proteína animal, o uso de sodas (refrigerantes), cafeínas e os aditivos ao café inseridos pelos grandes distribuidores, cigarro etc. Sem falar no desgaste pelo stress, ansiedade, frustrações, e um elenco inumerável de bombardeios psicológicos que o indivíduo produz nele mesmo, não raro com frequência. Esse conjunto vai desgastando o organismo e, quando se nota, já é tarde. E a recuperação é lenta. Daí a importância de se fazer uma dieta alcalina, e eliminar a sobrecarga ácida.

NÃO DEVEMOS ESPERAR O APARECIMENTO DA LESÃO, DEVEMOS FAZER UM TRABALHO PREVENTIVO.


A sobrecarga é silente, o organismo vai segurando a sobrecarga (degenerando) até chegar ao ponto de alarme. Quando chega nesse ponto, o preço é alto, porque já está numa fase avançada de degeneração. Daí a importância da saúde preventiva. Não confunda com “check-up” da medicina estrutural que busca identificar lesão estrutural. Se ela encontrar algo errado em você, é porque já é tarde. Prevenir é não deixar que algo aconteça.


REGULAR O ESTILO DE VIDA, A DIETÉTICA, A INGESTÃO INTELIGENTE DE ÁGUA. DESINTOXICAÇÕES FREQUENTES, COMBATER PADRÕES QUE LEVAM AO STRESS, ISTO É PREVENÇÃO.


A patologia humoral e relacional concentra sua terapêutica nos processos biológicos de regulação, do terreno básico. E a água, sua qualidade e quantidade, é a essência da terapêutica nos processos biológicos de regulação, do terreno básico, inspirada na patologia humoral e relacional. Esta é uma das abordagens de equilíbrio do organismo.


(…) A água não é só um solvente. A água é o elemento nutriente mais estratégico do organismo enquanto sistema. Todas as reações químicas no organismo são realizadas num ambiente aquoso, num terreno aquoso. Uma reação química é caracterizada por uma troca de elétrons, de uma molécula para outra. Essa molécula não sai diretamente de um lado para outro. Ela passa pela água e, se essa água estiver oxidada (perdeu elétron), estará com potencial de oxirredução elevado, está ávida por elétron, reterá por mais tempo esse elétron, retardará as reações químicas. Por isso a estrutura molecular da água é fundamental. Áreas do organismo oscilam entre o estado Sol/Gelx de acordo com o biorritmo, entre outros fatores.


Sol e Gel são estados coloidais e a definição mais simplória, deste conceito complexo da (bio)química é: estados de transição de uma substância, partícula, molécula… Transição de um estado líquido para o gelificado e vice-versa.


Quando uma porção está no estado Sol (alto rendimento biológico), há um incremento na velocidade das reações químicas e da bioeletricidade, e isto reflete-se em todo o organismo, obviamente. Quando está no estado Gel (baixo rendimento), há uma redução nessa velocidade e o processo torna-se ralentado. Durante essa transição contínua do dia para a noite, o rendimento químico do organismo é reduzido à metade na passagem de Sol para Gel. Por isso a estrutura molecular da água é fundamental, nessa oscilação entre Sol/Gel. As sobrecargas de toxinas endógenas e exógenas (de origem interna e externa) provocam a fixação de um daqueles estados coloidais Sol/Gel.


Segundo as descobertas filosóficas e da psicologia, nossa mente, nosso sistema cognitivo e nosso aparelho neurológico estão num constante aprendizado, desde que nascemos, ou confusos gerando e tentando administrar conflitos que, por sua vez agridem o organismo como um todo, e ele se defende de nós mesmos, além de agressões do meio externo. Esse sistema fabuloso já existe em nós programado para dar suporte à vida num ritmo cíclico, respeitando o milagre molecular de nosso universo celular, onde milhões de células inteligentes se multiplicam e morrem continuamente desde o início da nossa vida até a morte. Daí o título (do livro) “O organismo é sábio” com o qual só temos a aprender, em vez de abordá-lo como quem fará uma intervenção, ou pior, como se nosso organismo possa estar em algum momento errando em suas decisões, se autodestruindo. O que ele faz o tempo todo é tentar nos avisar que devemos fazer correções de hábitos, nos autoeducarmos para ajudá-lo a manter o equilíbrio para uma vida holisticamente saudável.


Somente nesta virada e século, a medicina começou a prestar atenção, mas ainda muito timidamente, à água biológica. As áreas oficiais da saúde, incluídas algumas práticas clínicas generalizadas, simplesmente se referem à qualidade da água pela sua potabilidade, pelo princípio de pasteurismo, pela presença ou ausência de bactérias. E a qualidade da água vai muito, muito além disso.


Ainda é corrente a aceitação da adição de flúor na água, um dos resíduos (de petróleo bruto) da indústria de fertilizantes, um potente tóxico para o organismo. O flúor afeta a Tireoide, o Sistema Nervoso Central, os Ossos e não para aí.


A medicina estrutural não considera os riscos dos metais pesados contidos na água tratada, servida pelo serviço público. Ao contrário, aceita que o tratamento da água potável utilize o alumínio para provocar a floculação dos resíduos sólidos contidos na água que chega dos mananciais. Então, como a dinâmica da natureza é a mesma em todos os sistemas, o resíduo do alumínio ingerido pelo homem, induzirá o mesmo fenômeno de floculação, agora no sangue humano, e provocará um estado de agregação entre os elementos do sangue (hipercoagulação).


Grito das Águas


Eu pude acompanhar um movimento chamado Grito das Águas, fazendo reportagens sobre denúncias graves relacionadas com a água, no Brasil, desde a regulamentação das fontes de água, o uso, manejo e usufruto (consumo x comercialização) e constatei que a medicina oficial, tanto em consultórios médicos quando laboratoriais de hospitais públicos e privados, assim como órgãos governamentais, ignoram que os métodos vigentes de tratamento de água servida não eliminam resíduos intoxicantes e nocivos à saúde humana, e inclusive animal (selvagens, domésticos e de consumo humano). O caso dos antibióticos e anticoncepcionais eliminados na urina pelas pessoas. A água que se bebe, no Brasil (é de onde posso afirmar) é água reaproveitada, dos rios, que por sua vez recebem esgoto nem sempre tratado – e mesmo que o fossem, o método de tratamento não elimina aquelas substâncias.


A água, a solução hidrossalina com o potencial de oxirredução adequado, pH adequado, a composição dos macro e microminerais, e sua estrutura molecular, são vitais nos processos de tratamento do organismo, baseados na patologia humoral.


Não podemos nos comparar aos nossos antepassados primitivos que bebiam qualquer água que encontrassem pelo caminho. Infelizmente não temos mais esse luxo, depois que nos tornamos seres gregários e tendendo a nos concentrar em cidades.


Os processos de limpeza da matriz e desintoxicação, são feitos através da própria regulação da água, e através da excreção, pelo sistema linfático, e dos grandes sistemas excretórios do organismo: fígado, rins, intestinos e pele.


A matriz é a realizadora dos processos de regulação biológica, em sinergia com o sistema nervoso autônomo. É através dela que os sistemas recolhem informação e executam os comandos biológicos.

Acabei de mencionar subjacentemente a teoria bioinformacional, ou biocibernética, ou bio-ressonância. Essa teoria aponta para a manutenção do meio interno e das constantes homeostásicas do organismo.


Na patologia humoral, o sistema nervoso autônomo está no centro do processo. A desregulação da matriz, de acordo com a teoria homotoxicológica, se realiza num primeiro momento por irritação e hiperatividade (alergias) e, num segundo tempo, por perda de energia, baixo rendimento celular com perda da reatividade e degeneração (bloqueio da matriz, doenças crônicas, autoimunidade). Desse modo, o adoecimento humano sempre se iniciaria por processos tóxicos que levariam a acidez, alteração dos processos da matriz, perda da capacidade de desintoxicação, irritação das terminações simpáticas. Teríamos então as alergias, o estresse, as alterações do ritmo biológico. Nas fases avançadas do processo tóxico, com perda de reatividade simpática, alteração da regulação biológica e comprometimento celular, teríamos um bloqueio da matriz, com distúrbios neuroimunoendócrinos.

A medicina estrutural prefere o distúrbio endócrino. Não existe apenas distúrbio endócrino, existe todo um sistema de informação, portanto trata-se de distúrbio neuroimunoendócrino. É através da matriz que o sistema neuroimunoendócrino recebe os inputs e libera os outputs. Se o sistema de informação está desregulado, ele passa informações com ruídos para o sistema de controle, e há o risco de autoagressão. Grande parcela do sistema de regulação biológica e de identidade do organismo opera através de bioeletromagnetismo, de ressonância. Se ocorrer alteração bioelétrica de um tecido ou órgão, ele perde a identidade e pode funcionar como um ruído que estressa o sistema. A auto-imunidade seria uma tentativa de autopreservação.


O ORGANISMO SABE O QUE É UM TECIDO, UM RIM, UMA TIREOIDE, ATRAVÉS DA IDENTIDADE BIOELÉTRICA INDIVIDUAL.


Como se fosse um periférico de computador, o sistema regulador sabe a frequência, a oscilação de um rim, de um fígado etc. e dialoga com esse sistema através dessas frequências. Assim, o tecido pode funcionar como se numa orquestra afinada entrasse um instrumento desafinado.


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O Organismo é Sábio




1ª. Edição



Luís Peazê




Medicina Oficial x Integrativa

Uma briga sem sentido




“…Equilíbrio, desorganização, caos, bioinformação, energia, terreno biológico, reorganização,

reequilíbrio…”

Como a arte médica deve trabalhar

neste universo maravilhoso.



Pessoas & Palavras



Índice

Bem-vindo a bordo

A medicina é uma arte

Os números explicam, mas não justificam

O endereço (in)certo da doença.

Uma verdade sobre os hospitais

Química? Devagar que o santo é de barro

O médico e as teorias

A célula é o alvo errado

De onde viemos, para onde vamos?

Nós e a água

Nós e a Terra

O chimpanzé, o homem e a máquina

Obesidade e Gravidez

Quantum e corpo energético

Envelhecimento

O embrutecimento pandêmico



Pode também adquirir um dos livros de Luís Peazê com o Kit H2BLUE para apoiar a iniciativa de divulgação de temas importantes sobre sustentabilidade da Economia Azul

"Cada Vida é Parte do Oceano"

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