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Instituto de Medicna Integral
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O Elo Perdido da Medicina
Dr. Eduardo Almeida & Luís Peazê
Imago Editora
252 páginas formato 23x16
ISBN 978-85-312-1017-8
R$35,00 |
(...) Deve-se ter respeito pelo
organismo humano, no sentido de querer entendê-lo. A pior ameaça que o nosso organismo
pode sofrer é uma intervenção externa em termos de supressão do próprio homem com
suas invenções...
A indústria da ´farmapoder` comprometida
com capitais de investimento...
Na verdade, ele está sempre lutando pela
vida nele contida. Aos médicos cabe desenvolver a consciência desse fato com humildade,
pois o organismo é mais sábio do que qualquer medicina.
Interpretar esse organismo incrivelmente
complexo, dinâmico e individualizado é o que se chamou de Ars, arte médica. Mas, em um determinado
momento histórico de nossa civilização, o médico perdeu contato com essa arte, rompeu
o elo principal, perdeu mesmo o interesse por ela, passou a dedicar-se, ou delegar seus
poderes em detrimento dos seus dons, à ciência. Coisa menor, ainda que fabulosa também... |
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Da mesma forma que o médico deveria
maravilhar-se diante de cada paciente (indivíduo), uma maravilha da natureza, cada um de
nós deveria ter a noção da mplexidade espetacular que somos enquanto seres vivos
diferenciados. Um princípio de arte e obra divina.
Aqui são
abordadas esta ligação íntima, indissociável, do ser humano com a natureza, e a
importância dessa verdade, não só na terapêutica, mas, em tudo o que envolve a
saúde das pessoas.
A história
da medicina, sua forte herança ecológica, sua dependência das forças vitais naturais;
a medicina oficial
(da beira do leito ao consultório ao
hospital) versus a medicina integral (as várias medicinas praticadas na nossa
civilização e nas antigas); os mecanismos e avanços sociais e tecnológicos (bem ou
mal) apropriados pelo establishment médico; eis os caminhos para O Elo Perdido da (arte médica) Medicina.
Luís Peazê Verbete na Enciclopédia Brasileira
de Literatura: Peazê, Luís, cronista, romancista, tradutor e jornalista (MTB 24338). Foi
analista de sistemas, empresário no Brasil, Estados Unidos e Austrália, e publicitário
premiado com medalhas de ouro, prata e bronze pela Escola Superior de Propaganda e
Marketing. Membro da Hemingway Society USA, tradutor do romance Por Quem os Sinos Dobram de Ernest Hemingway (Bertrand, 2004). Um
dos títulos do autor pela Imago Editora: Crônico uma aventura
diária Nas Esquinas do Rio. www.luispeaze.com
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O Elo
Perdido da Medicina poderia
ser resumido no primeiro mandamento de Hipócrates, a que todo o formando jura honrar por
toda a sua vida profissional de médico: primeiro não lesar. Só isso,
contudo, ainda que espetacularmente necessário, não tem sido suficiente.
A terapêutica, a
cura e o próprio relacionamento médico-paciente-arcabouço do sistema de saúde
(pública e privada) estão tão longe do ideal quanto mais longe estiverem desse
princípio básico. Daí,médico, leigo e profissionais do meio, o conteúdo deste tomo em
suas mãos...
Para o leigo,
porque sofre da tendência de entregar ao médico toda a responsabilidade (e poder) pela
cura de sua enfermidade ou mal-estar. Para o médico, porque tende a ceder à medicina
oficializada pelo sistema, pelo estado, pelas engrenagens mais duras da sociedade
globalizada e da indústria do farma poder dependentes do capital.
Dr. Eduardo Almeida Graduado (1977) pela Faculdade de
Medicina da Universidade Federal Fluminense UFF. Professor Adjunto do Instituto
Saúde da Comunidade da UFF. Mestre em Medicina Social (1988) e Doutor (PhD) em Saúde
Coletiva pela UERJ (1996). Criou e dirigiu por 15 anos Unidade Docente de Posto de Saúde,
voltada para a formação em medicina geral e comunitária. Coordenador (1992-94) do
convênio Brasil-China de intercâmbio em Medicina Tradicional Chinesa. Adepto da medicina
biológica praticada na Alemanha e nos EUA. Autor do livro: As Razões da Terapêutica
Racionalismo e Empirismo na Medicina. EDUFF, 2002. www.arzt.com.br
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