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CRÔNICO - uma aventura diária - Nas Esquinas do Rio
Luís Peazê
Imago Editora  (2006)
164 pág. 21x15
ISBN 978.85.312.1003-8

Preço de capa R$
30,00
WB01342_.gif (412 bytes) Sumário e Introdução
WB01342_.gif (412 bytes) O que andam dizendo sobre o CRÔNICO
WB01342_.gif (412 bytes) Resenhas
WB01342_.gif (412 bytes) Crônica do dia
WB01342_.gif (412 bytes) Peazê nas esquinas
WB01342_.gif (412 bytes) Mídia e Assessoria de Imprensa
WB01342_.gif (412 bytes) Sobre o autor
WB01342_.gif (412 bytes) Comprar


"...E assim o CRÔNICO foi lançado. Daqui para frente ele deve levar a sua vida pelas próprias pernas. Vai, e comporte-se, hem. Não seja muito seletivo, mas não abuse da convivência com as más companhias. Aprenda tanto com os mais comportados e circunspectos, quanto com os aparentemente malandros. Cuide-se, e não dê bola para as críticas, de cada uma mesmo que pareça injusta é possível aprender algo. Seja simpático com os leitores, fique em suas mãos até o fim. Apareça, lembre que você existe, não seja acanhado. E, se algum dia por acaso você for viver num balaio empoeirado, mantenha o sorriso, e confie, mais cedo ou mais tarde um leitor muito especial, quem sabe farejador de sebos, lhe trará de volta para uma leitura faceira. Acredite, esta leitura será feita como fizeram os seus amigos que foram ao seu lançamento, por puro prazer. Neste caso, não esqueça de agradecer."

[Foto 1]   [Foto 2]

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Proprietários da Livraria Bolívar e equipe.

Conforme texto ao lado, estas fotos foram clicadas de um telefone celular por Armando Rozário. Estão publicadas aqui na dimensão 256 X "nn", para melhor funcionalidade. Originariamente o tamanho das mesmas é de 1280 X 960. Os interessados em conhecer o resultado destas fotos, produzidas pelo experiente AR, por favor, solicite pelo e-mail cronico@clinicaliteraria.com.br

 

E o CRÔNICO foi lançado

Por Luís Peazê

[Foto 1]    [Foto 2]

Resumindo numa expressão, o calor humano foi a tônica do lançamento do CRÔNICO – uma aventura diária – Nas Esquinas do Rio. Mas é pouco resumir só nisso. A atmosfera era de descontração e tudo o que pode provocar um garçon simpático com o apelido de Cebolinha, conduzindo pela calçada uma bandeja com chope gelado e batatinhas fritas, por 100 metros, desde o Boteco Belmonte à Livraria Bolívar. 21 de novembro de 2006 já está gravado pra sempre na minha história particular.

Acho que algumas pessoas também não irão esquecer, a contar pelos e-mails que recebi no dia seguinte, tão logo liguei o computador, ainda meio grogue.

Devo agradecer..., aliás, obrigado foi a palavra que mais utilizei na noite de autógrafos do CRÔNICO. Obrigado por comparecer, dizia para cada amigo, antigo ou amigo novo que acabava de conhecer, que pedia o autógrafo e me dava um abraço. Depois de um dia estafante de trabalho, dia chuvoso, obrigado é pouco... Muitos vieram de longe, da Zona Norte, de Niterói, do Centro da Cidade, de Cabo Frio, da Roda Gigante de suas vidas. Obrigado é pouco... Obrigado minha Helga, pelo acompanhamento de tudo, incansável, infalível, às vezes me pergunto se você existe. Obrigado por isso, obrigado por aquilo, aos donos da Livraria Bolívar e às gerentes e atendentes, sorrindo, trabalhando.., aos garçons e gerentes do Boteco Belmonte, à Editora Imago, às assessoras de imprensa e ao saxofonista Joel, que enchia de graça o ambiente com a sua música e carisma. Nesta noite Joel deixou de tocar nas esquinas de Ipanema para trabalhar na Bolívar, tudo no Rio.
[contrate-o pelo telefone ...em breve]

Então renovo e re-renovo a todos o meu muito, muito obrigado mesmo.

Até mesmo aos que não puderam comparecer, alguns muito chegados eu confesso que vou cobrar um motivo muito sério, e, é claro, vou dizer que eles estão totalmente perdoados. Aos que cederam ao cansaço, olha..., vocês perderam uma festinha muito legal.

Mas ainda há chance, para os que não puderam ter contato com o CRÔNICO: preparei um guarda-sol personalizado, mesinha, cadeira de lona, uma boneca do CRÔNICO, e ficarei em frente a livrarias, literalmente escrevendo Nas Esquinas do Rio, será uma aventura diária. Confira o roteiro aqui mesmo. A primeira esquina será no Bar D´Antônio, da Livraria Letras & Expressões do Leblon, 25/11/2006 entre 11:00 e 15:00 horas.

E assim o CRÔNICO foi lançado. Daqui para frente ele deve levar a sua vida pelas próprias pernas. Vai, e comporte-se, hem. Não seja muito seletivo, mas não abuse da convivência com as más companhias. Aprenda tanto com os mais comportados e circunspectos, quanto com os aparentemente malandros. Cuide-se, e não dê bola para as críticas, de cada uma mesmo que pareça injusta é possível aprender algo. Seja simpático com os leitores, fique em suas mãos até o fim. Apareça, lembre que você existe, não seja acanhado. E, se algum dia por acaso você for viver num balaio empoeirado, mantenha o sorriso, e confie, mais cedo ou mais tarde um leitor muito especial, quem sabe farejador de sebos, lhe trará de volta para uma leitura faceira. Acredite, esta leitura será feita como fizeram os seus amigos que foram ao seu lançamento, por puro prazer. Neste caso, não esqueça de agradecer.

As
fotos 1 fotos 2 a seguir foram tiradas pelo meu querido amigo Armando Rozário.

Armando mora na Região dos Lagos, a 150km de distância do Rio de Janeiro. Obrigado, Armando, de joelhos. Seus clicks impagáveis registraram todos os sorrisos e movimentos do evento. Armando, para quem não sabe, é fotojornalista e nasceu em Hong Kong (1931). Trouxe da China para o Brasil, em meados da década de 1950, o método de desenvolvimento de fotojornalismo; antes disso, havia sido correspondente em Hong Kong e Macau, para a European Picture Service; Armando havia fotografado o início da revolução de Mao Tse Tung; fotografou Louis Armstrong quando este monstro do jazz decolava na carreira; fotografou a mãe do Presidente Juscelino Kubitscheck e com esta foto ganhou na justiça direitos autorais contra a Revista Manchete, criando jurisprudência na matéria; foi fundador da Banda de Ipanema; Armando tem um curriculum que não caberia aqui e, de tantas histórias interessantes a que gosto mais é a de que, em 1978, Carlos Drumond de Andrade e Otto Lara Rezende comentaram a galhardia de um jovem ecologista, fotojornalista, em crônicas no Jornal do Brasil, e o jovem era Armando Rozário.

Armando faz experiências com fotos pelo telefone celular, um Nokia, e que fotos, desafiadoras para estudiosos de plantão. Atentemos para um detalhe: na sua adolescência um telefone convencional era coisa tão rara e espetacular quanto uma viagem turística para a Lua o é hoje em dia.

 


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Você nunca mais vai ler ou escrever crônica do mesmo jeito!

 

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