% Dim conv, SQLconv set conv = Server.CreateObject("ADODB.Recordset") SQLconv = "select * from Textos where sessao = 'c' order by id desc" conv.Open SQLconv, objConn Dim dia, SQLdia set dia = Server.CreateObject("ADODB.Recordset") SQLdia = "select * from Textos where sessao = 'd' order by id desc" dia.Open SQLdia, objConn Dim impr, SQLimpr set impr = Server.CreateObject("ADODB.Recordset") SQLimpr = "select * from Textos where sessao = 'i' order by id desc" impr.Open SQLimpr, objConn %>
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Os Trabalhadores do Mar
Este espaço é para você enviar mensagens:
Alô Rommel! Como está Brasília, digo, a vela em Brasília? Abração! (DO EDITOR)
Esta edição nem acabou de ser enviada para todo o mailing list e já começou a receber reclamações, de velejadores "new wave" querendo estar na lista de "primatas do mar", ah, não pode, primata é primata, new wave é new wave. Um dia a gente faz um churrasco e promove a confraternização de toda a fauna, ok. (DO EDITOR)
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O Velho
Pescador
Dinghy Peazê
Após um ano de preparação, desde o início de 2007,
o escritor e jornalista Luís Peazê começou a construção, por encomenda, de um desenho
clássico de embarcação do século XIX. Trata-se do Dinghy Peazê, idealizado
a partir da obra prima do Capitão Nathanael Herreshoff, mundialmente consagrado arquiteto
e inovador na construção de veleiros nos Estados Unidos. Em 1899 Herreshoff produziu o
dinghy Columbia para ser o bote salva-vidas do veleiro clássico de mesmo nome que
defendeu, e venceu, em Coversa no Píer© 2006/2008. Todos os direitos reservados à Clínica Literária©, Conversa no Píer© e à Luís Peazê. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem prévia autorização. |
Uncle
Les - Tio Les Você já pensou em criar um país? No meio do mar? Isso é que é ser "primata do mar". Leia essa intrigante, e comovente, história escrita com exclusividade para a Conversa no Píer por John Hemingway, neto de Ernest Hemingway (tradução de Luís Peazê) LEIA MAIS>>> Primatas do Mar Ei-los: CLIQUE AQUI>>>
Um livro de aventura diferente. Um casal de brasileiros comuns, monta uma fábrica em três países e em quatro anos, joga tudo para o alto e realiza o sonho de construir um veleiro com as próprias mãos, sem experiência prévia. E aventura-se num dos mares mais perigosos do mundo, na costa leste da Austrália sem saber velejar e sem dinheiro. Mas Alvídia vai muito além de uma peripécia náutica, é uma história de amor, da exaltação de valores universais, uma lição de otimismo, uma viagem de algum modo necessária, que vale a pena se embarcar, um horizonte a mais. Ilhas paradisíacas, ancoragens inenarráveis, velejadas ao pôr do sol, são o pano de fundo da realização de um sonho e, com muito humor, da história de uma aprendizagem fundamental: "às vezes é preciso perder para ganhar..." Compre outros livros de Luís Peazê
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Conversa no Píer - a primeira revista brasileira de marinharia.
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Luís Peazê - Editor
contato@luispeaze.com
Como diz o velejador Eric Tabarly sobre as pessoas do mar: "É verdade que elas têm uma visão diferente do mundo, pois vivem no planeta Mar, onde não existem fronteiras. Daí serem sinceras, autênticas e solidárias. Talvez você seja uma delas." Obrigado por seus comentários.
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